sexta-feira, 29 de junho de 2012

Memorias de um suicida!



RESUMO DO LIVRO "MEMÓRIAS DE UM SUICIDA"


A história do livro (Memórias de um Suicida) começa no século XVII, quando nasce um jovem em terras portuguesas numa família pobre, mas que sonhava ser rico, culto e poderoso. 
Este jovem procurou um pároco e contou seu sonho. O pároco então, passou a ensinar-lhe quanto sabia.
Diante das suas ambições, o jovem despertou a vontade de ser um sacerdote. Mas o pároco, disse que o rapaz não tinha vocação para o sacerdócio, e aconselhou-lhe que exercesse o sublime sacerdócio construindo um lar, com respeito, justiça e amando sempre o próximo.
O conselho do pároco calou fundo, e os planos foram adiados.
O jovem então, apaixonou-se por Maria Magda com fervor. Ambos faziam planos matrimoniais, quando Magda conhece um outro rapaz, Jacinto de Ornelas y Ruiz, apaixona-se, casa-se e muda-se para Madrid.
O jovem sentiu-se humilhado, cheio de ódio, rancor, despeitado e jurou vingança. Diante do desgosto, ele reativou a idéia de ser sacerdote e a realizou.
Serviu às leis de Inquisição. Perseguia, denunciava, caluniava, fazia intriga, mentia, condenava, torturava e matava.
Quinze anos depois do casamento de sua amada Maria Magda, o sacerdote vai para Madrid a mando da Igreja. O acaso então, os colocou novamente frente a frente, trazendo muito ódio à lembrança, mas sentindo que ainda a amava.
Tentou cativa-la, mas não conseguiu. Ela resistiu com dignidade. Jacinto, percebeu o assédio do sacerdote à sua esposa. Preparou-se para deixar Madrid, buscando refúgio no estrangeiro para si próprio como para a família. Pois, o medo do oficial do Santo-Ofício era grande.
Mas, o sacerdote descobriu, denunciou Jacinto de Ornelas ao tribunal, com muitas acusações.
Jacinto foi preso, processado e entregue ao sacerdote, por ordem dos seus superiores.
Jacinto foi levado à masmorra infecta, onde passou martirizantes privações e torturas: arrancaram-lhe as unhas e os dentes, fraturaram os dedos, deslocaram os pulsos, queimaram a sola dos pés.
Maria Magda, sofria pensando o que poderia estar acontecendo ao marido. Por isso, procurou o sacerdote entre lágrimas, suplicou trégua e compaixão.
Ele então, prometeu o marido de volta com uma condição, de que ela se entregasse à ele.
Ela relutou, mas acabou aceitando. Pois sabia que se não fizesse o acordo, seu marido seria morto.
Dias depois do pacto, Magda vai à sala de torturas, contempla o marido, desespera-se, e não consegue ocultar o ódio pelo sacerdote.
Ele notou o desprezo, sentiu-se cansado em lutar por um bem inatingível, pois não conseguia entender aquele sublime amor que cobria as mãos de Jacinto com beijos e lágrimas.
E por não conseguir o amor de Magda, a inveja, o despeito, o ciúme, tomou-lhe o coração. As tendências maléficas do passado, vieram-lhe na lembrança, quando no ano 33 gritou junto ao povo para condenar Jesus de Nazaré em favor da liberdade do bandoleiro Barrabás. Ele então, vazou os olhos de Jacinto perfurando-os com pontas de ferro incandescido.
Jacinto inconformado com a situação, não querendo tornar-se estorvo à querida companheira, suicidou-se dois meses depois de obter a liberdade.
Magda voltou para a terra natal com os filhos, desolada e infeliz. Nunca mais viu o sacerdote ou obteve notícias.
O arrependimento não tardou iniciar ao mesquinho ser do sacerdote. Não dormia com tranqüilidade, vivia nervoso e a imagem de Jacinto o atordoava. Ele passou a evitar cumprir as tenebrosas ordens de seus superiores, até que mais tarde foi levado ao cárcere perpétuo.
Da Segunda metade do século XVII até o século XIX, ele começou a expiar, na Terra como homem e na erraticidade como Espírito, os crimes e perversidades cometidos sob a tutela do Santo-Ofício.
Na Segunda metade do século XIX, reencarnou em Portugal, como escritor famoso, Camilo Castelo Branco, para a última fase das expiações inalienáveis: a cegueira.
O mesmo horror que Jacinto de Ornelas sentiu pela cegueira, ele também sentiu. Diante da inconformidade, imitou a gesto, deu um tiro no ouvido, tornando-se em 1890, suicida como Jacinto o fora em meado do século XVII.
A cegueira era uma expiação, mas o suicídio não.
O suicídio foi uma escolha dele, que perdeu a oportunidade que Deus estava dando para que ele reparasse sua falta do passado. Ele fez mal uso do livre arbítrio.
Camilo Castelo Branco lança neste livro, através da médium Yvonne A . Pereira (que também foi uma suicida na sua encarnação passada) um alerta para aqueles que pensam que a vida termina no túmulo.
Camilo conta a experiência dele e de outros suicidas como:
Jerônimo que deu um tiro no ouvido porque era rico e não suportou a ruína dos negócios comerciais;
Mario Sobral perdeu-se nos instintos inferiores, influenciado pela beleza física, a vaidade, a sedução, que pediam cada vez mais prazeres. Quando percebeu que estava perdendo sua esposa para outro, tentou encontrar-se e reconduzir sua vida, mas não conseguiu. Sua esposa não o aceitou. Ele então, à matou estrangulada e logo após enforcou-se;
Belarmino era um professor conceituado, diante de uma tuberculose, resolveu acabar com o sofrimento, cortando os pulsos;
João era viciado em jogo, perdeu tudo, inclusive a honra e a própria vida, envenenou-se.


Uma observação importante: O resgate não é igual para todos. Por exemplo: Jerônimo, o amigo de Camilo, que se matou com um tiro no ouvido porque sua empresa faliu, deixando esposa e filhos em situação difícil, reencarnou em família rica, com o propósito de não formar família, montar uma instituição para crianças órfãs, e ir à ruína financeira novamente, para ter que lutar com coragem; Camilo tornou-se grande trabalhador no Vale dos Suicidas, e após 50 anos reencarnou para cegar aos 40 anos e desencarnar aos 60 anos. Como vemos, ambos deram um tiro no ouvido, mas o resgate foi diferente.


(Resumo feito por Rudymara de Paula) - O livro “Memórias de um Suicida”, buscou ajudar aqueles que, em desespero, tentaram ou pensam tentar contra a própria vida, comprometendo severamente a evolução espiritual que todos buscamos. Este livro foi escrito pela psicografia da médium Yvonne Pereira - ditado pelo espírito Camilo Castelo Branco, extraordinário romancista e poeta português, que contou sua lamentável atitude (em vidas passadas), disparando um tiro de revólver na cabeça e consequências. Peço que todos aqueles que lerem este resumo leiam também o texto "PARA ONDE VAI O SUICIDA" que se encontra neste blog. Ele complementa o assunto: SUICÍDIO.
Ótimo Livro !

Uma das melhores casas espirita em Caxias do Sul




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http://www.alunosdobem.com.br/ Por Adriana Rocha

Alma Gêmea





.
Alma gêmea de minha alma
Flor de luz de minha vida
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão .
Quando eu errava no mundo
Triste e só, no meu caminho ,
Chegaste, devagarinho ,
E encheste-me o coração.
Vinhas na benção das flores
Da divina claridade ,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor !
És meu tesouro infinito .
Juro-te eterna aliança
Porque sou tua esperança ,
Como és todo meu amor !
Alma gêmea de minha alma
Se eu te perder algum dia...
Serei tua escura agonia ,
Da saudade nos seus véus...
Se um dia me abandonares
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te , entre as flores
Da claridade dos céus .






Do livro "Há 2000 anos", cap. IV


Psicografia: Chico Xavier (Site Oficial)| Edição: FEBClique aqui e leia o capítulo IV do livro "Há 2 Mil Anos", onde está grafado o formoso poema "Alma Gêmea", homenagem de Emmanuel à sua amada esposa Lívia!

Por Adriana Rocha

quarta-feira, 27 de junho de 2012

TVP Terapias Vidas passadas!

A Terapia de Vidas Passadas ( TVP) nos ajuda a reviver nossas encarnações anteriores e tratar bloqueios, sintomas, sofrimentos, fobias, dores e vários outros problemas.

A TVP é reconhecida como uma terapia rápida, objetiva e muito eficiente. Isso ocorre porque a regressão nos coloca de frente com a raiz do problema. Com o ritmo alucinante que vivemos nos dias atuais, a maioria das pessoas não quer mais perder tempo e dinheiro com psicoterapias longas e desgastantes.

A TVP nos auxilia a ter uma vida melhor, mais feliz e satisfatória. Entendendo nosso passado, podemos viver melhor nosso presente, desfrutando cada momento com equilíbrio, paz e tranquilidade.

Somos um ser espiritual tendo uma experiência num corpo físico. Podemos viver a plenitude da vida descobrindo quem somos e o que viemos fazer aqui na Terra.



Terapia de Vidas Passadas – Histórias do Mundo dos Mortos





 ADVERTÊNCIAS

CUIDADO COM A CURIOSIDADE. Jamais concorde em fazer uma regressão por mera curiosidade. Algumas vezes os fatos revividos numa regressão são perturbadores e, seja como for, de relevância emocional, o que desaconselha transformá-los apenas num passatempo excitante. Não tenha pressa em obter resultados. O ideal é que proceda a regressões etárias (regressões aos anos anteriores de sua vida até a mais tenra infância e talvez mais além) antes de intentar regressões a outras vidas.
AVISOS IMPORTANTES.  Não acredite que só vale a pena fazer uma regressão se estiver passando por um problema grave (seja de saúde física ou psicológica). Você não precisa estar doente. Talvez a regressão possa lhe ser útil para alcançar um maior sentido de vida, uma sensação de plenitude, para aumentar sua segurança ou sua autoconfiança. Se você está passando por sofrimentos psíquicos, procure recorrer ao auxílio de um terapeuta (da medicina tradicional ou não) para determinar suas origens nesta vida, antes de fazer uma regressão a vidas passadas. Tenha paciência. Nem sempre as imagens de vidas passadas aparecem para todas as pessoas e, é muito raro, que surjam na primeira sessão. Existem bons motivos para que a natureza humana não tenha permitido a lembrança de vidas passadas a todas as pessoas, sem o recurso de um processo terapêutico. Pode ser que seja preciso harmonizar esta vida antes de tentar conhecer algo das vidas anteriores (Vidas Além da Vida – Dr. Marcos  Natali – pág. 112). Se você acredita que os fatos narrados durante uma Terapia de Vidas Passadas são mentirosos, lembramos que entre a verdade e a falsidade existe um campo chamado “demonstrabilidade”. Há verdades ou mentiras que  não podem ser demonstráveis.
Veja logo abaixo dos esclarecimentos sobre o que é a TVP, a seção HISTÓRIAS DO MUNDO DOS MORTOS. Você poderá se arrepiar com os relatos.
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Espetaculares entrevistas com o psiquiatra norte-americano Brian Weiss, divididas em três partes. Nelas o festejado mestre fala na possibilidade de  projeção para “vidas futuras” em estado alterado de consciência. Será possivel? Veja, neste site, com legendas em português.
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Muitos me perguntam o que vem a ser a Terapia de Vidas Passadas e como funciona. Outros, incrédulos, ironizam, e de acordo com suas crenças, são taxativos em afirmar que não existem vidas passadas. Morreu, acabou. Ou, para outros, haverá o dia em que Jesus Cristo retornará a Terra, resgatará os bons para o céu e os maus para o inferno. Fora o caráter religioso do polêmico tema, os que não acreditam em vidas passadas se baseiam em informações da comunidade “científica” oficial. Esta comunidade continua se negando em acreditar senão naquilo que a realidade material lhes apresenta, isto é, somente naquilo que é visível aos olhos físicos. Por outro lado, e lamentavelmente, os que acreditam na imortalidade da alma correm o risco de serem considerados loucos pelos mais radicais, já que aos materialistas seria loucura toda a manifestação que não esteja em conformidade com os chamados “padrões de normalidade”. Sabemos que muitos que expressaram suas idéias pela primeira vez foram considerados insanos, e, muitas vezes, foram alvo de chacotas. Mas há que se pensar que se não fosse a coragem de alguém de considerar a possibilidade de o homem um dia poder voar, talvez não tivéssemos os aviões de hoje.
É melhor deixar claro que os terapeutas do Túnel do Tempo respeitam todas as opiniões, sejam prós ou contra a reencarnação, pois nesta questão em particular não existem conceitos certos ou errados, dependendo exclusivamente do ponto de vista de cada pessoa.  Mas quase sempre ouço dos céticos a afirmação de que “não existe prova científica da reencarnação”. Costumo responder, sem maiores delongas, que “também não existe uma prova científica da não reencarnação”. Então, continuamos empatados.
Por outro lado, pouco importa a discussão sobre se a alma morre com o falecimento físico da pessoa ou se ela sobrevive a essa transição chamada “morte”.  Na Terapia de Vidas Passadas, na verdade, o que interessa de fato são os resultados. E a nossa experiência tem demonstrado que o sucesso dessa terapia beneficia muitas vezes tanto aqueles que acreditam quanto os que duvidam da imortalidade da alma ou da existência de outras vidas. Para nós, portanto, isto é o que realmente interessa, o bem estar daqueles que nos procuram e que não raras as vezes já passaram pelas mãos de conceituados e dedicados representantes da medicina convencional sem nenhuma melhora em seus sintomas.
Sem querer muito polemizar, vale deixar consignado que há pessoas que conseguem lembrar suas vidas passadas da mesma forma como nós lembramos nossas experiências da infância ou juventude. Personagens importantes da história tinham conhecimento de vidas passadas, tais como Pitágoras, que se recordava de dez vidas, e Goethe, que se lembrava de uma vida na Roma antiga, na época do imperador Adriano. Para alguns a lembrança era tão vívida e “presente” que eles escreveram a respeito, detalhadamente, sobretudo a inglesa Joan Grant, que conseguia se lembrar de quarenta vidas anteriores, das quais viveu três no Egito Antigo. Suas memórias são tão preciosas que até egiptólogos e arqueólogos às vezes pedem  a ela, que nunca estudou no Egito, informações a respeito da escrita, da pronúncia, dos símbolos, dos costumes e da religião dessa cultura antiga. A indiana Shanti Devi, quando moça foi levada à cidade distante na qual afirmava ter vivido antigamente. Chegando lá, descreveu não só as mudanças que aconteceram no local durante o período em que estivera ausente, como também mencionou o nome e as características pessoais de seus antigos parentes.
O pesquisador Ian Stevenson, dos Estados Unidos, conseguiu provar que as marcas de nascimento de um menino turco estavam exatamente nos mesmos lugares das que estavam no corpo de um criminoso que havia morrido em consequência de ferimentos provocados por tiros. O menino havia declarado que fora esse criminoso numa vida passada.
Também é interessante a história do menino Ian Hagedorn, de 5 anos, que afirma categoricamente que é a reencarnação de seu avô, um policial morto a tiros durante um assalto.  Impressionou-me bastante a reportagem com ele feita e que voce poderá assistir abaixo.
Muitas pessoas em regressão fazem declarações detalhadas em transe – por exemplo, a quantos metros de distância de uma torre se encontrava um poço hoje fechado. Algumas dessas indicações puderam ser examinadas e confirmadas também em casos em que se podia descartar a possibilidade de a pessoa ter qualquer conhecimento factual ou ligação telepática com algum tipo de conhecimento.
Famoso ficou o caso de uma americana a respeito de sua vida anterior na Irlanda como Birdy Murphy. As afirmações dela, em transe, puderam ser quase totalmente confirmadas em detalhes por um repórter. Enfim, vários são os casos que principalmente fora do Brasil são estudados por pesquisadores, com resultados animadores no sentido de confirmar a reencarnação.
Quando eu ainda me dedicava aos estudos da bíblia tive a grata satisfação de ler na obra de Brian Weiss, médico psiquiatra americano, uma informação preciosa. Ele citou na sua obra “A cura através da Terapia de Vidas Passadas” que antigas referências à reencarnação no Novo Testamento foram apagadas no século IV pelo imperador Constantino, quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Impérito Romano. Aparentemente, o imperador sentira que o conceito de reencarnação ameaçava a estabilidade do império. Cidadãos que acreditavam em outra chance de viver poderiam se tornar menos obedientes e submissos à lei do que os que acreditavam num único Juízo Final para todos. No século VI, o Segundo Concílio de Constantinopla apoiou a lei de Constantino ao fazer oficialmente da reencarnação uma heresia. Tal como Constantino, a Igreja temia que a idéia de vidas anteriores enfraquecesse e solapasse seu poder crescente por proporcionar a seus seguidores um tempo maior em busca da salvação. Concordavam que a chibata do Juízo Final era necessária para garantir atitudes e comportamentos “adequados”. Ao meu sentir, sob temor e coação seria mais fácil e mais farta a arrecadação e a cobrança de dízimos e outros favores, inclusive sexuais, à custa de espalhar o medo do inferno.  Muitos cristãos foram severamente castigados ao defenderem publicamente sua crença na reencarnação. Outros foram mortos nas fogueiras “santas” da inquisição, uma página negra da história do cristianismo que todos nós recordamos com amargura e tristeza.
Aos que se interessarem pelo assunto gostaria de sugerir que assistam o filme MINHA VIDA NA OUTRA VIDA, que relata a história baseada em fatos reais da inglesa Jenny Cockell, que sonhava e experimentava flashbacks de uma vida em outro lugar. Ao longo dos anos ela reuniu uma grande quantidade de material sobre o assunto. Por fim, convencida de que fora uma mãe tragicamente separada dos filhos por morte prematura, com terríveis conseqüências para as crianças, decidiu reencontrá-los. Prefiro não contar o resto do filme, mas já o assisti quatro vezes e confesso que em todas elas chorei, ficando inclinado a me convencer de que efetivamente a alma não morre e que a reencarnação é uma realidade inquestionável.
Este site pretende suscitar o debate saudável sobre o tema,  sempre com o maior respeito a quaisquer seitas, filosofias ou religiões, de modo a possibilitar ao leitor internauta, ao final, conseguir fazer um juízo sobre “suas” próprias provas ou “verdades”.
Fui batizado na Igreja Católica, mas como a doutrina do Vaticano não trouxe respostas às minhas dúvidas peregrinei por quase todas as religiões, freqüentando cultos evangélicos, reuniões espíritas e até budistas, com poucas passagens por terreiros de umbanda ou candomblé. Nada do que vi foi suficiente para  esclarecer minhas dúvidas. Também pude perceber claramente que algumas religiões usam o nome de Jesus Cristo unicamente para o enriquecimento ilícito e imoral de seus líderes, o que me fez afastar definitivamente delas.  Hoje me considero um homem sem religião, mas com muita religiosidade, o que é diferente. Creio em Deus, e sou Cristão. Passei a me dedicar com real interesse ao estudo das terapias complementares e outros fenômenos delas resultantes como forma de obter respostas sobre questões ancestrais:  quem somos, de onde viemos e para onde vamos?
Em outros tempos o uso imoral do nome de Deus em algumas religiões me causava raiva, e esta, como energia criada por este sentimento inferior me atacava o organismo como um veneno, provocando gastrites e problemas intestinais. Estou feliz sem freqüentar nenhuma igreja ou templo. Respeito opiniões contrárias às minhas, ciente de que cada qual tem o livre arbítrio para professar a sua fé, o seu credo.
Fora do Brasil a TVP é difundida e pesquisada até nas Universidades mais conceituadas. Aqui ainda estamos engatinhando nesta ciência, embora de uns tempos para cá, felizmente, a grande mídia nacional já esteja dando mostras de relativo interesse pelo tema.
Todavia, em nome de minha consciência vejo-me compelido a fazer um alerta aos nossos amigos e amigas  que diariamente acessam este site. Pesquisem muito antes de consultarem terapeutas de vidas passadas. Saibam quem eles são, qual a formação que possuem, peçam referências, e, sobretudo, não se deixem ser vítimas de pessoas inescrupulosas e de moral duvidosa que poderão lhes oferecer uma terapia “milagrosa” e rápida como a velocidade da luz para, ao final, se locupletarem indevidamente de  dinheiro ou outros bens. Duvidem daqueles que lhes prometem a  imediata cura do câncer, da AIDS. ou de qualquer outra enfermidade Isto é muito sério, e me soa criminoso. Não existe  varinha mágica em TVP, e não será em uma ou duas sessões que problemas acumulados durante uma vida toda serão resolvidos. É importante saber que a duração dessa terapia depende de causas externas ao terapeuta, que durante a sessão é apenas um orientador, um condutor do cliente na viagem astral, acompanhando-o mentalmente. Costumo dizer que quando se trabalha com regressão de memória a maçaneta da porta está localizada somente no lado de dentro da sala onde o cliente está. O terapeuta baterá na porta, mas quem a abrirá ou não será o próprio cliente, e isto dependerá de vários fatores, tais quais a sua sensibilidade, a sua motivação ao procedimento e, sobretudo, sua própria capacidade de projetar a mente consciente em outro lugar (dissociação), enquanto a mente inconsciente localizada no hemisfério direito se deixa navegar em busca dos registros ali existentes.
Quanto ao número de sessões necessárias, como já disse, depende de cada caso individualmente a ser analisado, sendo bastante antiético ao terapeuta fixar um número “x” de sessões. Parta sempre do seguinte princípio: de quantas sessões você necessitaria para relatar somente os fatos importantes ocorridos apenas na vida atual? Três, quatro, cinco sessões? Multiplique isto pelo número de vidas que você eventualmente já possa ter vivido. Aí avalie se efetivamente terá motivação para iniciar oa terapia e ir até o fim, pois alguns casos de insucesso se devem justamente à falta de perseverança do próprio cliente. Ressalte-se que em um caso ou outro é possível, em poucas sessões, se identificar a origem traumática dos problemas, as lembranças reprimidas e a carga emocional a elas associadas, mas isto não é a regra. Nossa norma de conduta, então, é a de logo no primeiro encontro do Terapeuta com o paciente alertá-lo de que poderão ter um longo trabalho pela frente, cabendo a ele decidir se prossegue ou desiste.
Feitas estas considerações, vou passar agora a enfocar o tema terapia de vidas passadas em forma de perguntas e respostas. Muitas das delas foram extraídas de obras de autores famosos como Judy Hall, Florence Wagner McClain, Raymond A. Moody, Brian Weiss, e pesquisadores brasileiros dos quais destaco a fantástica Célia Resende, autora do livro Terapia de Vidas Passadas – Uma viagem no tempo para desatar os nós do inconsciente, da Editora Nova Era, o médico e escritor gaúcho Mauro Kwitko, e o médico psiquiatra e ex-professor da USP, Dr. Livio Tulio Pincherle, que me encantou com a obra Terapia de Vida Passada – Uma abordagem profunda do inconsciente, pela Summus Editorial. Outras foram extraídas das nossas próprias experiências como Terapeutas durante as inúmeras sessões já realizadas desde que há alguns anos decidimos nos dedicar ao estudo da Terapia de Vidas Passadas e outras complementares.
De qualquer forma, estamos à disposição para dirimir eventuais dúvidas existentes através do nosso e-mail.
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O QUE É TERAPIA DE VIDAS PASSADAS?
É uma terapia holística, ou seja, atua sobre o corpo, a mente, as emoções e o espírito da pessoa. Esta terapia tem a finalidade de transportar você para um período anterior ao seu nascimento, faz com que você regrida a outra vida, para relacionar dificuldades pelas quais você possa estar passando no presente. O motivo para procurar a terapia de vidas passadas é melhorar sua vida nesta de agora. Com muita freqüência, num momento traumático do passado, uma parte de nossa consciência (parte de nosso eu global) se separa e permanece “emburrada”. As causas da vida passada podem se manifestar no presente como uma fobia, alergia, uma doença crônica ou uma deficiência física, um vício, um distúrbio mental, incapacidade de se relacionar, uma atração ou repulsa inexplicável em relação a alguém, pesadelos repetidos ou uma simples sensação de desconforto.
O QUE A TERAPIA DE VIDAS PASSADAS PODE PROPORCIONAR?
Ela pode ser útil em vários níveis: fobias, medos irracionais, problemas de saúde, eliminar o medo da morte, explicar disfunções de alimentação, distúrbios familiares, vícios, distúrbios sexuais, problemas do casamento e de relacionamento. Ela conserta modelos negativos, encontrando os motivos para as dificuldades na vida atual e pondo em ação uma mudança positiva, na medida em que revela os motivos de sua encarnação e elimina eventuais culpas e ansiedades.
É SUFICIENTE APENAS REVIVER VIDAS PASSADAS?
Reviver uma vida raramente basta para satisfazer objetivos mais sérios. A maior parte do trabalho terapêutico compreende liberar algo que ficou bloqueado no passado, o fardo que foi transportado para a vida atual, que precisa ser eliminado através do esclarecimento para dar lugar a um novo tipo de resposta. A causa original pode ser emocional, física ou mental, mas ficará marcada como uma cicatriz na vida atual e poderá se manifestar como alguma forma de doença ou outro tipo de mal-estar, não necessariamente físico. A TVP busca resolver a causa, harmonizando, assim, os sintomas. Convém esclarecer que os Terapeutas do Túnel do Tempo não praticam a regressão a vidas passadas apenas para satisfazer a curiosidade de pessoas que querem saber o que foram em outras vivências. Na verdade, o que foram no passado pouco importa – se reis, rainhas ou escravos, homem ou mulher, vítimas ou algozes – mas sim, o que têm que fazer na vida atual para se tornarem seres humanos melhores.
EXISTE DIFERENÇA ENTRE REVIVER VIDAS PASSADAS E FAZER A TERAPIA DE VIDAS PASSADAS?
Certamente. Retomar uma vida passada é assunto para a curiosidade. A abordagem tendo em vista esclarecer “quem eu fui” não é terapêutica. Raramente faz uma diferença importante em relação à sua vida atual nem traz uma mudança permanente. A abordagem terapêutica, contudo, põe às claras os motivos por trás de seu comportamento ou dificuldades atuais e mudam o quadro. Ela amplia sua compreensão a respeito de si mesmo. A TVP na grande maioria das vezes pode ter um final surpreendente, pois depois da terapia sua vida ou sua saúde tendem a melhorar, muitas vezes de uma forma inesperada. Mas, como já foi dito anteriormente, nada é MILAGROSO. A motivação do cliente, sua persistência, a mudança de hábitos, são fatores fundamentais para o bom resultado da terapia.
A PESSOA PERDE O CONTROLE DO PROCESSO?
Tudo vai depender do método empregado e do seu terapeuta. No Túnel do Tempo os terapeutas regressivos não centralizam tudo em si mesmos, mas sim, procuram centrar o processo mais no cliente, o que permite a este seguir seu próprio ritmo e fazer tudo a seu jeito (com a ajuda ou sob a orientação do terapeuta, quando necessário). Você se recordará de tudo, terá domínio sobre seu corpo e suas emoções, e em hipótese alguma correrá qualquer risco contra a sua integridade física ou moral.
OUTRAS PESSOAS PODEM “VER” MINHAS VIDAS PASSADAS?
Embora existam opiniões em contrário, inclusive a consagrada Judy Hall, que afirma que alguns médiuns (sérios, logicamente)  e xamãs conseguem este “acesso”, defendemos a opinião de que isto não é possível. Não raras as vezes isto pode possibilitar que “terapeutas” espertalhões arranquem dinheiro dos incautos, “revivendo” vidas de outrem. Oras, se os registros das informações sobre vivências passadas (Registro Akáschico) encontram-se localizados no hemisfério direito de cada um de nós, em cada célula, em cada átomo do nosso corpo, como uma terceira pessoa poderia acessá-los? Recentemente tive notícias de uma pessoa que procurou um “terapeuta” regressivo, tendo em vista de que se encontrava muito depressiva. Ocorre que tal pessoa não conseguiu entrar em transe hipnótico e nem se relaxar o suficiente para possibilitar o acesso aos registros do inconsciente. Todavia, ao invés de insistir,  repetindo a experiência em outro dia, fazendo outras sessões – já que é possível que o cliente não entre em regressão logo na primeira vez, embora a maioria consiga entrar – o “terapeuta” mais que rapidamente levou a mão à sua própria testa, mudou a sua voz,  e começou a descrever uma “vida passada” daquela pessoa em plena Revolução Francesa. Há que se ter muita cautela na escolha do seu terapeuta, pois charlatões apenas interessados no vil metal existem em todas as profissões, e sabem muito bem tirar proveito da condição de fragilidade emocional de seus clientes. Os terapeutas do Túnel do Tempo preferem ajudar seus clientes a passarem pelo processo da regressão por si mesmos, uma vez que acreditam que cada um deve ser o responsável por sua auto- cura para alcançar bem estar físico, espiritual e emocional.
QUEM PASSA PELA TVP REVELA SEGREDOS AO TERAPEUTA?
Não necessariamente. Como o cliente permanece o tempo todo absolutamente consciente de tudo o que se passa ao seu redor, ele poderá optar entre relatar ao Terapeuta o que “vê”, sente ou percebe, ou permanecer em silêncio. Recomendamos que o cliente compartilhe conosco seus sentimentos, mesmo porque através deles saberemos se estamos ou não no caminho certo. No mais, existe uma primeira entrevista, que chamamos de anamnese, onde inúmeras questões são levantadas, sendo recomendável ao cliente que não se omita sobre fatos, emoções ou sentimentos. Neste tipo de terapia só há bons resultados quando existe uma relação de absoluta confiança entre o Terapeuta e o paciente, e deste para com aquele (aquilo que os hipnólogos chamam de rapport). Por isto volto a insistir: investigue a vida daquele que você pretende contratar para ser o seu terapeuta,  verificando sua formação, sua idoneidade moral e capacidade técnica, a fim de não “comprar gato por lebre”.
TODAS AS PESSOAS TEM A CAPACIDADE DE REGREDIR?
Algumas pessoas tem dificuldade de se entregar. São as pessoas muito mentais, comandadas pelo seu intelecto, ou as autoritárias, acostumadas a mandar e não a obedecer. Outras pessoas estão tão obsediadas que não conseguem receber este benefício. Outras não tem o merecimento espiritual de poder harmonizar as queixas sobre aquilo que as incomoda, necessitando, ainda, ter de sofrer mais para “cair a ficha” de que devem promover uma mudança em si, em suas atitudes perante a vida, perante seus familiares e perante a sociedade. Alguns seres humanos aprendem com o amor, outros com a dor. Então, para simplificar, chegará o dia em que a pessoa que não conseguiu regredir em alguma época assim conseguir em outra.
O QUE VEM A SER BLOQUEIO ?
Tanto o bloqueio como a resistência, que falaremos a seguir, são atitudes psíquicas que surgem durante um trabalho regressivo, dificultando a penetração em cenas-chave ligadas às queixas do paciente/cliente. O bloqueio é uma pseudobarreira que parece impedir a revisualização de um determinado fato ou um conjunto de situações, e não somente rever, como também sentir algo que aconteceu numa situação passada em tempos mais ou menos remotos. Um exemplo freqüente é o caso do paciente que, instado a “rever” uma situação qualquer, responde: “Não vejo nada”.  Isto sifnifica que o inconsciente bloqueia a tomada de consciência porque certamente há muito tempo ele construiu uma muralha de defesa amnésica, ou então existiu outrora uma dificuldade real que o impedir de ver aquilo que estava acontecendo (cegueira, por exemplo). Mauro Kwitko defende que às vezes o paciente está sontonizado no caixão onde seu corpo foi colocado após morrer em uma vida passada, e só depois de muito tempo o espírito conseguiu ser retirado pelos irmãos espirituais (nestes casos, quase sempre a pessoa, no presente, tem fobia de lugares fechados, medo de escuro, medo de morrer).
O QUE É RESISTÊNCIA?
É a recusa por parte do paciente/cliente de permitir que ocorra a ligação entre o presente e o passado (quase sempre inconscientemente). Resulta do modo de enfrenter uma situação que causou grave sofrimento em outras épocas ou vidas anteriores, e que o paciente quer então evitar. Uma pessoa pode não querer ver que uma determinada atitude é infantil porque, sob certo ponto de vista, por meio dela frenqüentemente conseguiu atenções que julga que não obteria se agisse de outra forma, o que eu, particularmente, chamo de “ganhos secundários). Esse tipo de atitude pórem traz uma série de desconfortos psíquicos ou físicos, mas que ele próprio é incapaz de ligar a maneiras de ser, pensamentos ou comportamentos inadequados. Em ocasiões de grande resistência, principalmente perante somatizações, é possível que o cliente não queira rever situações de grande violência, em que foi submetido a tortura prolongada ou estupro. No início o mês de março atendi uma pessoa que resistiu durante várias sessões, até que se lembrou de ter sido queimada como bruxa na época das inquisições. Foram sessões dolorosas tanto para a cliente quanto para o Terapeuta, mas após reviver as cenas traumáticas a paciente informou ter conseguido um avanço significativo na melhora de suas queixas.
A REGRESSÃO PODERIA SER UMA ALUCINAÇÃO OU FANTASIA?
Particularmente, respeitando opiniões contrárias, acho que não.  Algumas pessoas criticam, dão opiniões sem estudar a fundo a questão, falam mal, dizem que é coisa do diabo (normalmente pessoas com a cabeça feita por algumas religiões ocidentais), porém nunca se submeteram a uma regressão, ou, se alguma vez tentaram pode não ter dado certo por algum motivo. E há também aqueles que não gostaram da regressão por terem vevivido situações pesadas, dolorosas, traumáticas, e isto deve ser respeitado. Mas a maioria dos que passaram pela regressão livraram-se de vários sintomas, melhoraram sua qualidade de vida e são pessoas mais felizes. Se isto for alucinação, tudo bem.
RELEMBRAR UM EVENTO TRAUMATIZANTE NÃO PODE PIORAR AS COISAS?
Mauro Kwitiko, tantas vezes já citado, assim responde: Ruim mesmo é ter de conviver com sintomas e doenças por anos, décadas, que a regressão pode ajudar a resolver. O que a PsicoterapiaReencarcionista proporciona é nos colocar diante de nós mesmos. Assim, o que se vê na regressão já está presente em nossas vidas. Além disso, a mente tem mecanismos naturais que protegem o paciente daquilo que poderia trazer-lhe prejuízos, além de contar com a proteção do Guia Espiritual (que eu chamo de Anjo da Guarda). Depois, a melhor maneira de vencer um inimigo é conhecê-lo. Quando os traumas do passado estão prejudicando o andamento da vida ou provocando dores e doenças, o melhor é trazê-los à consciência para enfrentá-los e tentar chegar à liberdade para obter uma melhor qualidade de vida.
HÁ PERIGOS NUMA REGRESSÃO?
Atravessar uma rua movimentada numa grande cidade oferece perigo. Tomar remédios alopáticos também. Conheço uma moça que morreu na cadeira do dentista depois de sofrer um choque anafilático causado pela anestesia. Corremos riscos em várias situações da vida. O erro médico é uma realidade inegável, e nossas frutas e hortaliças estão carregadas de agrotóxicos que abreviam nosso tempo na presente dimensão, nos levando à morte física. A TVP, como sempre digo, deve ser conduzida por um terapeuta competente e ético, que saiba resgatar o material submersso no inconsciente e tratá-lo adequadamente com risco perto de zero.
HÁ CONTRA-INDICAÇÃO NA TERAPIA DE REGRESSÃO?
Há sim. Particularmente eu somente atendo portadores de transtorno bipolar se estiverem sendo assistidos por médicos psiquiatras e devidamente estabilizadas com os remédios próprios para cada caso. Também não atendo cardíacos, mulheres em gestação, pessoas hipertensas sem controle medicamentoso ou aquelas que tiveram algum tipo de AVC. Pessoas muito idosas ou crianças e adolescentes com menos de 15 anos não acho recomendável a regressão, nada obstando, no entanto, que com elas se utilize a hipnose, o que, por sinal, é até recomendável. Psicóticos, esquizofrênicos ou esquizo-afetivos, na forma grave, até onde sei não devem regredir a vidas passadas.
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Claro que estas perguntas e respostas não esgotam o tema. São brevíssimos esclarecimentos sobre uma técnica criada por volta do ano de 1977 por Morris Netherton com o nome de “past life therapy” e que foi difundida posteriormente ao mundo todo pelo inteligente psiquiatra americano Brian Weiss. Gostaria de sugerir aos nossos leitores internautas que acessassem neste mesmo site uma parte muito interessante que está sendo criada com o nome de EXPERIÊNCIAS CLÍNICAS, onde relatarei (evidentamente poupando as identidades de pacientes/clientes) casos verdadeiros ocorridos durante atendimentos no Túnel do Tempo, além de outros citados nas obras das maiores autoridades  em Terapia de Vidas Passadas na atualidade.
Estamos à disposição para dirimir quaisquer dúvidas.
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HISTÓRIAS DO MUNDO DOS MORTOS
Nesta seção abordaremos alguns casos contados por Zibia Gasparetto, no seu livro “Eles continuam entre nós”. Sugerimos que somente leia se você acreditar na vida após a morte do corpo físico. São histórias reais (por isso grafamos com “h”), contadas à escritora por pessoas comuns que não tinham nenhuma experiência com mediunidade nem com comunicação de espíritos. São fenômenos naturais que obedecem às leis universais, afastados daquilo que meramente é chamado de crendices do sobrenatural. Zibia diz: “Os fatos estão acontecendo, eu tenho boa vontade de contar, tudo trabalha a seu favor, quanto ao aproveitamento, fica por sua conta”. Espero que gostem desta seção.
AVISO OPORTUNO
Regina tinha uma irmã caçula que estava grávida de quatro meses quando o pai delas morreu. Ele era muito apegado a Sheila e preocupado com sua saúde, por ela ser diabética. Sua gravidez era de risco e os médicos não garantiam a vida do bebê nem a dela.
Às seis horas da manhã do dia 27 de outubro de 1986, Regina, que morava na mesma casa com Sheila e o marido dela, estava em seu quarto, ainda deitada, quando olhou para a porta que estava fechada e viu um vulto branco. Logo depois reconheceu ser seu pai. Em volta da cabeça dele havia uma luz clara. Estava com um manto marrom, seus cabelos eram brancos como algodão, tinha os pés descalços e flutuava.
Assustada, Regina cobriu a cabeça querendo esconder-se, mas foi inútil. Quis gritar, não conseguiu. Sentiu seu corpo paralisado, porém seus sentidos estavam mais vivos, seu cérebro agitado e seu coração descompassado. Ela ouviu a voz do pai e ele pareceu-lhe muito aflito, porém ela não conseguia entender suas palavras. Teve impressão de que ele falava em outra língua.
Regina estava com tanto medo que sequer prestou atenção em suas palavras; pedia que ele fosse embora, rezava em pensamento para que Deus o levasse. Quando ele desapareceu, ela conseguiu sair desse transe, que durou por volta de três minutos, levantou-se e imediatamente em sua mente veio o pensamento de que sua irmã estava em perigo e que já era hora de ela dar à luz.
O marido de Sheila estava viajando a trabalho e as duas estavam sozinhas em casa. Regina correu até o quarto da irmã batendo na porta com insistência. Sheila, quase se arrastando foi abrir dizendo que a bolsa de água havia rompido durante a madrugada e ela estava esperando amanhecer o dia para chamá-la.
Imediatamente, Regina ajudou-a a vestir-se, chamou um táxi e ambas foram para o hospital. Assim que chegaram, os enfermeiros colocaram Sheila em uma maca e a levaram diretamente para a sala de parto. A cesariana demorou cinco horas. Regina, que esperava angustiada do lado de fora, assim que a médica saiu da sala aproximou-se e perguntou:
- Então, como foi? Ela está bem?
- Ainda não posso garantir nada. Vamos esperar para ver como vai acordar. Fizemos o possível. Se você tivesse demorado um pouco mais, teria sido impossível fazer alguma coisa para salvá-la.
Sheila acordou bem e se recuperou completamente. A criança viveu apenas  seis horas e faleceu. Regina tem certeza de que Sheila foi salva graças à intervenção do espírito de seu pai que a avisou do perigo. Ela conta que agora sempre que alguém da família ou algum conhecido vai morrer ele aparece para avisar. Ela não gosta, preferia não saber, mas não tem como evitar. Conformou-se, porém pediu a ele que não aparecesse daquela forma e sim a procurasse só em sonhos, ao que ele atendeu.

domingo, 24 de junho de 2012

Regressão ou recordação de vidas passadas!


Regressão ou recordação de vidas passadas!



As chaves para recordar as vidas (existências passadas) são sumamente simples, devemos lembrar de tudo o que já foi dito em diversos textos deste site referentes ao Despertar da Consciência. A Chave suprema é esta: Despertar para conhecermos Quem Somos, De Onde Viemos, Para Onde Iremos e Qual É Nossa Missão Neste Mundo!
Mas existem exercícios que nos ajudam a “puxar” os dados referentes aos fatos de nossas vidas anteriores, para que possamos nos autoconhecer mais e melhor. Não é delito ou perigoso mexermos nos “Arquivos Mortos” de nossas existências anteriores. Pois existem inúmeros dados que podemos rever para descobrirmos quem realmente somos, por que estamos tendo uma determinada forma de vida hoje e o que podemos fazer para “transcender” nossos Karmas, nossos Processos de Vida, hábitos, depressões, perdas de entes queridos etc.
Os estudos e práticas gnósticos nos ajudam nesta Caminhada rumo à Transcendência de nossas vidas, caso queiramos e tenhamo Conhecimento e Força suficientes para tal.
Devemos, em primeiro lugar, recordar a famosa Lei de Retorno e Recorrência: Segundo a Gnose, nós repetimos sempre a mesma vida, a mesma mecânica, ou seja, os mesmos relacionamentos, hábitos, desejos, projetos, dramas, tragédias e comédias. O Ego retorna de existência em existência, o que muda é somente o cenário onde é representada a nossa tragicomédia, mas os atores (os eus psicológicos, nossos condicionamentos mentais) continuam sempre os mesmos.
Todos os que receberam o Conhecimento esotérico agora provavelmente já o receberam em outras existências, pois somos muito velhos, somos a humanidade que anda errante, tropeçando infelizmente há séculos, seguindo sempre os mesmos erros e defeitos.
Existem três chaves para recordar as existências passadas. A primeira são os Exercícios de Retrospecção, a segunda são os Mantras para a RVP e a terceira é o que já mencionamos acima, o Despertar da Consciência.
A primeira chave requer a prática constante do relaxamento físico e o exercício retrospectivo de nossa vida atual. Com o exercício retrospectivo iremos regressando com nossa memória até nossas origens e, ao relaxarmos profundamente e adormecermos, nossa Consciência será levada a relembrar o passado.
O Exercício de Retrospecção é nada menos que uma “repassada” , uma “recordada” de tudo o que fizemos, por exemplo, durante o dia de hoje. Ao final da noite, acostados na cama ou sentados nela (para não pegarmos no sono facilmente), iremos rememorando os principais fatos de dia de hoje. Assim faremos todos os dias, até nos acostumarmos à Retrospecção Diária.
Depois de alguns dias de Prática, faremos o mesmo exercício, só que agora semanalmente. Ou seja, faremos a Retrospectiva Semanal, relembrando e “tomando consciência” da semana que passou. Depois de algumas semanas de prática, faremos a Retrospecção Mensal. Enfim, poderemos nos arriscar valorosamente e realizar essa Retrospecção até a data mais distante que pudermos nos recordar.
Com esse exercício, chegaremos a nos lembrar dos fatos ocorridos nos primeiros anos de nossa vida. Normalmente o estudante tem muitas dificuldades ao tentar recordar fatos ocorridos de dois anos para trás, até o nascimento propriamente. Neste momento, depois de se tentar “forçar” a memória, iremos pedir auxílio a uma Força Poderosa dentro de nós, que é nosso SER DIVINO, nossa Mãe Divina, que é nosso próprio Espírito Divino porém desdobrado como se fosse Nossa Senhora Interna, Íntima.
Todas as noites, depois desses exercícios retrospectivos, iremos nos deitar e com muita fé e devoção, pedimos e suplicamos intensamente à nossa Mãe Divina, ao Ser Divino que existe dentro de cada um de nós, que reside em nossa Alma, para que nos ajude a penetrar nos mais profundos setores de nosso Subconsciente, onde estão as lembranças mais profundas de nossa infância, até o momento, se possível de nosso parto, de nosso nascimento.
Antes de fecharmos os olhos, deve-se usar a segunda arma para a RVP, que são os mantras de recordação. O mais poderoso deles é a sílaba “AN“. Isso mesmo, você deve vocalizar este mantra diversas vezes, até adormecer. Tenha certeza que mais cedo ou mais tarde em seus sonhos, em meditação, em reflexão serena noturna, em insights no dia a dia, vão surgir imagens estranhas, que irão mostrando a você, devagarinho, paulatinamente, fatos ocorridos em suas vidas passadas. Este mantra AN vocaliza-se prolongando-se cada letra ao máximo possível, num tom de voz nem alto nem baixo:
AAAAAAANNNNNNN…
Com o uso da terceira chave, o Despertar da Consciência, conhecemos diretamente todos os milhares de existências que tivemos, seja neste planeta Terra ou em outros onde já vivemos…

Prática

Vamos agora explicar como você deve realizar o Exercício de Recordação de Vidas Passadas:
Você deverá colocar-se numa posição confortável, se possível deitado(a) na cama, realizando todas as etapas necessárias a qualquer prática: relaxamento do corpo físico, mentalização de um círculo mágico de proteção ao seu redor e relaxamento profundo meditativo.
Após esta etapa do relaxamento físico, você pedirá ao seu Ser Divino que o ajude a acessar o mais profundo de sua memória. Para ajudar a acessar esse “banco de memórias”, você pode iniciar recordando todos os feitos ocorridos em sua vida atual, partindo do presente para o passad, até a mais tenra idade. Assim, lembrará primeiramente a sua preparação para prática, e o que fez antes, assim até o começo do atual dia. Depois, em flash-back irá retornando: o que me ocorreu esta semana, na passada, no mês passado, no início do ano, no fim do ano passado, há dois anos, há 5, há 10 anos, há 20, 25, 30 etc.
Assim você fará até chegar aos primeiros atos da infância, quando sua memória não lembrar mais, deverá imaginar, pois imaginar é ver, imaginar o que fazia com 2 anos de idade, com 1 ano de idade, os primeiros atos de sua vida.
Se praticarmos intensamente, as lembranças de nossa infância podem ser recordadas dia após dia, devemos praticar este exercício no momento em que vamos adormecer, pois para esta prática o sono é muito importante.
Enquanto você for adormecendo, imagine o seu nascimento e o período em que estava dentro da barriga de sua mãe. Chegando a esse ponto inicial, vem a pergunta: O que veio antes? Nesse ponto devemos adormecer, após vocalizar o mantra sagrado AN
Ao dormir, você terá visões nos sonhos de outras épocas, que mostrarão quem você de fato foi, o que ocorreu, seu sexo, a roupagem, lugar etc. Muitas vezes veremos imagens nítidas de outros tempos e sentiremos tudo como se fosse de carne e osso. Em outros momentos, tudo será uma grande confusão mental, sem lógica alguma. De qualquer forma, sugerimos que pela manhã, logo após acordar, você deve anotar absolutamente tudo o que você puder recordar de seus sonhos em uma caderneta ou agenda.
Existe dentro dos Ensinamentos Gnósticos um mantra de apoio, que nos ajuda a “fixarmos” nossas recordações pela manhã. É certo que todos nós perdemos boa parte de nossas experiências oníricas (sonhos) logo depois que acordamos, nos mexemos e abrimos os olhos. Isso se deve a que perdemos conexões entre o nosso cérebro físico e o cérebro astral.
Para que possamos “fixar” os sonhos em nosso cérebro físico, em nossos “bancos de memória física”, sugere-se de mentalizar mantra RAOM-GAOM (Raaaaaaaaaooooommmmmmm… Gaaaaaooooommmmmm…) por algumas vezes, enquanto se mantém com o corpo imóvel, de olhos fechados e concentrado na tentativa de se lembrar do que se sonhou.
É claro que para ter plena consciência de que nos ocorreu de fato tudo o que vimos em sonhos, devemos Despertar a Consciência, só assim saberemos quem somos e teremos certeza de quem fomos e o que fizemos.
Devemos alertar que as recordações de vidas passadas, ou regressões, não se dão em uma única prática, ou “sessão”, você deve ser persistente, paciente, realizar dia a dia os exercícios aqui recomendados, que são objetivos e dão certo com total certeza.
Cada pessoa é distinta uma da outra, alguns nos escrevem dizendo que os resultados se deram no primeiro dia de exercícios, outros afirmam que tiveram resultados após uma semana, outros ainda somente após um mês de práticas constantes e diárias.
E você, caro leitor, fará esses exercícios com Fé, Paciência e Disciplina? Ou irá desistir após a primeira tentativa?
Resulta interessante ver os erros que cometemos em existências passadas, ou que continuamos a repetir no dia a dia na atual existência, para eliminarmos esses defeitos e evitarmos a terrível Recorrência, com seus conseqüentes processos kármicos.
Com o Despertar da Consciência saberemos o que o destino nos reserva, e poderemos, através do Sacrifício e do Trabalho desinteressado por Deus e pelos seres humanos, pagar nosso Karma e viver uma vida muito melhor e em consonância com as Leis Divinas do Amor e as Leis Cósmicas da verdadeira Prosperidade.

Prática para Recordar Vidas Passadas

A melhor maneira para entender nossa vida atual é recordando nossas Vidas Passadas.
A reencarnação para alguns é uma crença, para outros uma teoria e para muitos uma superstição, mas para aqueles que se lembram de suas Vidas Passadas ela é um fato.
Existem muitas maneiras para Recordar nossas Vidas Passadas. Através de hipnose, mantras ou Magia Elemental.
Os Elementais (seres da Natureza) do Aloés (conhecida popularmente como Babosa) estão intimamente relacionados com as Leis da Reencarnação. O departamento elemental do aloés está intimamente relacionado com as forças cósmicas encarregadas de regular a reencarnação humana.
Para que os exercícios deem certo com mais profundidade, recomenda-se ter um vaso com um pé de babosa ao lado de sua cama, no criado-mudo, pois esotericamente sabe-se que a “aura” dessa planta influencia nossos “bancos de memória”.
Tenha certeza que utilizando todas as técnicas aqui ensinadas, você terá respostas objetivas não somente sobre sua encernação passada, mas de inúmeras encarnações! Boa sorte em suas práticas!



sábado, 23 de junho de 2012

Vidas Passadas!


Mais uma vez venho falar sobre minha experiência de lembranças de vidas passadas! No meu caso foram sonhos e mais sonhos repetitivos, imagens de uma época que eu sequer tinha noção de como havia sido! As imagens são tão claras, tudo tão evidente que as vezes me surpreendo e hoje tenho a historia completa e procuro encontrar evidencias de que isso é real. Muitos incrédulos, ironizam, de acordo com suas crenças, são taxativos em afirmar que não existem vidas passadas. Morreu, acabou. Ou, para outros, haverá o dia em que Jesus Cristo retornará a Terra, resgatará os bons para o céu e os maus para o inferno. Mas se Deus é um ser de infinita bondade, justo como vai agir desta forma!. Fora o caráter religioso do polêmico tema, os que não acreditam em vidas passadas se baseiam em informações da comunidade “científica” oficial. Esta comunidade continua se negando em acreditar senão naquilo que a realidade material lhes apresenta, isto é, somente naquilo que é visível aos olhos físicos. Por outro lado, e lamentavelmente, os que acreditam na imortalidade da alma correm o risco de serem considerados loucos pelos mais radicais, já que aos materialistas seria loucura toda a manifestação que não esteja em conformidade com os chamados “padrões de normalidade”. Sabemos que muitos que expressaram suas idéias pela primeira vez foram considerados insanos, e, muitas vezes, foram alvo de chacotas. Mas há que se pensar que se não fosse a coragem de alguém de considerar a possibilidade de o homem um dia poder voar, talvez não tivéssemos os aviões de hoje.
É melhor deixar claro que os terapeutas do Túnel do Tempo respeitam todas as opiniões, sejam prós ou contra a reencarnação, pois nesta questão em particular não existem conceitos certos ou errados, dependendo exclusivamente do ponto de vista de cada pessoa.  Mas quase sempre ouço dos céticos a afirmação de que “não existe prova científica da reencarnação”. Costumo responder, sem maiores delongas, que “também não existe uma prova científica da não reencarnação”. Então, continuamos empatados.
Enquanto nos outros que sofremos com tal problema aguardamos por uma resposta. Por outro lado, pouco importa a discussão sobre se a alma morre com o falecimento físico da pessoa ou se ela sobrevive a essa transição chamada “morte”.  Na Terapia de Vidas Passadas, na verdade, o que interessa de fato são os resultados. E a nossa experiência tem demonstrado que o sucesso do tratamento beneficia muitas vezes tanto aqueles que acreditam quanto os que duvidam da imortalidade da alma ou da existência de outras vidas. Para nós, portanto, isto é o que realmente interessa, o bem estar daqueles que nos procuram e que não raras as vezes já passaram pelas mãos de conceituados e dedicados representantes da medicina convencional sem nenhuma melhora em seus sintomas.
Sem querer muito polemizar, vale deixar consignado que há pessoas que conseguem lembrar suas vidas passadas da mesma forma como nós lembramos nossas experiências da infância ou juventude. Personagens importantes da história tinham conhecimento de vidas passadas, tais como Pitágoras, que se recordava de dez vidas, e Goethe, que se lembrava de uma vida na Roma antiga, na época do imperador Adriano. Para alguns a lembrança era tão vívida e “presente” que eles escreveram a respeito, detalhadamente, sobretudo a inglesa Joan Grant, que conseguia se lembrar de quarenta vidas anteriores, das quais viveu três no Egito Antigo. Suas memórias são tão preciosas que até egiptólogos e arqueólogos às vezes pedem  a ela, que nunca estudou no Egito, informações a respeito da escrita, da pronúncia, dos símbolos, dos costumes e da religião dessa cultura antiga. A indiana Shanti Devi, quando moça foi levada à cidade distante na qual afirmava ter vivido antigamente. Chegando lá, descreveu não só as mudanças que aconteceram no local durante o período em que estivera ausente, como também mencionou o nome e as características pessoais de seus antigos parentes.
O pesquisador Ian Stevenson, dos Estados Unidos, conseguiu provar que as marcas de nascimento de um menino turco estavam exatamente nos mesmos lugares das que estavam no corpo de um criminoso que havia morrido em consequência de ferimentos provocados por tiros. O menino havia declarado que fora esse criminoso numa vida passada.
Também é interessante a história do menino Ian Hagedorn, de 5 anos, que afirma categoricamente que é a reencarnação de seu avô, um policial morto a tiros durante um assalto.  Impressionou-me bastante a reportagem com ele feita e que voce poderá assistir abaixo.
Muitas pessoas em regressão fazem declarações detalhadas em transe – por exemplo, a quantos metros de distância de uma torre se encontrava um poço hoje fechado. Algumas dessas indicações puderam ser examinadas e confirmadas também em casos em que se podia descartar a possibilidade de a pessoa ter qualquer conhecimento factual ou ligação telepática com algum tipo de conhecimento.
Famoso ficou o caso de uma americana a respeito de sua vida anterior na Irlanda como Birdy Murphy. As afirmações dela, em transe, puderam ser quase totalmente confirmadas em detalhes por um repórter. Enfim, vários são os casos que principalmente fora do Brasil são estudados por pesquisadores, com resultados animadores no sentido de confirmar a reencarnação.
Quando eu ainda me dedicava aos estudos da bíblia tive a grata satisfação de ler na obra de Brian Weiss, médico psiquiatra americano, uma informação preciosa. Ele citou na sua obra “A cura através da Terapia de Vidas Passadas” que antigas referências à reencarnação no Novo Testamento foram apagadas no século IV pelo imperador Constantino, quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Impérito Romano. Aparentemente, o imperador sentira que o conceito de reencarnação ameaçava a estabilidade do impérito. Cidadãos que acreditavam em outra chance de viver poderiam se tornar menos obedientes e submissos à lei do que os que acreditavam num único Juízo Final para todos. No século VI, o Segundo Concílio de Constantinopla apoiou a lei de Constantino ao fazer oficialmente da reencarnação uma heresia. Tal como Constantino, a Igreja temia que a idéia de vidas anteriores enfraquecesse e solapasse seu poder crescente por proporcionar a seus seguidores um tempo maior em busca da salvação. Concordavam que a chibata do Juízo Final era necessária para garantir atitudes e comportamentos “adequados”. Ao meu sentir, sob temor e coação seria mais fácil e mais farta a arrecadação e a cobrança de dízimos e outros favores, inclusive sexuais, à custa de espalhar o medo do inferno.  Muitos cristãos foram severamente castigados ao defenderem publicamente sua crença na reencarnação. Outros foram mortos nas fogueiras “santas” da inquisição, uma página negra da história do cristianismo que todos nós recordamos com amargura e tristeza.
Aos que se interessarem pelo assunto gostaria de sugerir que assistam o filme MINHA VIDA NA OUTRA VIDA, que relata a história baseada em fatos reais da inglesa Jenny Cockell, que sonhava e experimentava flashbacks de uma vida em outro lugar. Ao longo dos anos ela reuniu uma grande quantidade de material sobre o assunto. Por fim, convencida de que fora uma mãe tragicamente separada dos filhos por morte prematura, com terríveis conseqüencias para as crianças, decidiu reencontrá-los. Prefiro não contar o resto do filme, mas já o assisti quatro vezes e confesso que em todas elas chorei, ficando inclinado a me convencer de que efetivamente a alma não morre e que a reencarnação é uma realidade inquestionável.
Este site pretende suscitar o debate saudável sobre o tema,  sempre com o maior respeito a quaisquer seitas, filosofias ou religiões, de modo a possibilitar ao leitor internauta, ao final, conseguir fazer um juízo sobre “suas” próprias provas ou “verdades”.
Fui batizado na Igreja Católica, mas como a doutrina do Vaticano não trouxe respostas às minhas dúvidas peregrinei por quase todas as religiões, freqüentando cultos evangélicos, reuniões espíritas e até budistas, com poucas passagens por terreiros de umbanda ou candomblé. Nada do que vi foi suficiente para  esclarecer minhas dúvidas. Também pude perceber claramente que algumas religiões usam o nome de Jesus Cristo unicamente para o enriquecimento ilícito e imoral de seus líderes, o que me fez afastar definitivamente delas.  Hoje me considero um homem sem religião, mas com muita religiosidade, o que é diferente. Creio em Deus, e sou Cristão. Passei a me dedicar com real interesse ao estudo das terapias complementares e outros fenômenos delas resultantes como forma de obter respostas sobre questões ancestrais:  quem somos, de onde viemos e para onde vamos?
Em outros tempos o uso imoral do nome de Deus em algumas religiões me causava raiva, e esta, como energia criada por este sentimento inferior me atacava o organismo como um veneno, provocando gastrites e problemas intestinais. Estou feliz sem freqüentar nenhuma igreja ou templo. Respeito opiniões contrárias às minhas, ciente de que cada qual tem o livre arbítrio para professar a sua fé, o seu credo.
Fora do Brasil a TVP é difundida e pesquisada até nas Universidades mais conceituadas. Aqui ainda estamos engatinhando nesta ciência, embora de uns tempos para cá, felizmente, a grande mídia nacional já esteja dando mostras de relativo interesse pelo tema.
Todavia, em nome de minha consciência vejo-me compelido a fazer um alerta aos nossos amigos e amigas  que diariamente acessam este site. Pesquisem muito antes de consultarem terapeutas de vidas passadas. Saibam quem eles são, qual a formação que possuem, peçam referências, e, sobretudo, não se deixem ser vítimas de pessoas inescrupulosas e de moral duvidosa que poderão lhe oferecer um tratamento “milagroso” e rápido como a velocidade da luz para, ao final, se locupletarem indevidamente de  dinheiro ou outros bens. Duvidem daqueles que lhes prometem a  imediata cura do câncer ou da AIDS. Isto é muito sério, e me soa criminoso. Não existe  varinha mágica em TVP, e não será em uma ou duas sessões que problemas acumulados durante uma vida toda serão resolvidos. É importante saber que a duração do tratamento depende de causas externas ao terapeuta, que durante a terapia é apenas um orientador, um condutor do cliente na viagem astral, acompanhando-o mentalmente. Costumo dizer que quando se trabalha com regressão de memória a maçaneta da porta está localizada somente no lado de dentro da sala onde o cliente está. O terapeuta baterá na porta, mas quem a abrirá ou não será o próprio cliente, e isto dependerá de vários fatores, tais quais a sua sensibilidade, a sua motivação ao procedimento e, sobretudo, sua própria capacidade de projetar a mente consciente em outro lugar (dissociação), enquanto a mente inconsciente localizada no hemisfério direito se deixa navegar em busca dos registros ali existentes.
Quanto ao número de sessões necessárias, como já disse, depende de cada caso individualmente a ser analisado, sendo bastante antiético ao terapeuta fixar um número “x” de sessões. Parta sempre do seguinte princípio: de quantas sessões você necessitaria para relatar fatos ocorridos apenas na vida atual? Três, quatro, cinco sessões? Multiplique isto pelo número de vidas que você eventualmente já possa ter vivido. Aí avalie se efetivamente terá motivação para iniciar o tratamento e ir até o fim, pois alguns casos de insucesso se devem justamente à falta de perseverança do próprio cliente. Ressalte-se que em um caso ou outro é possível, em poucas sessões, se identificar a origem traumática dos problemas, as lembranças reprimidas e a carga emocional a elas associadas, mas isto não é a regra. Nossa norma de conduta, então, é a de logo no primeiro encontro do Terapeuta com o paciente alertá-lo de que poderão ter um longo trabalho pela frente, cabendo a ele decidir se prossegue ou desiste.






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